Acampamento Terra Livre, abril de 2022. Brasília. Foto: Kamikia Kisedje |@kamikiakisedje
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Acampamento Terra Livre: Retomando o Brasil Ao longo de dez dias intensos de mobilização, cerca de oito mil indígenas representando mais de 200 povos dos quatro cantos do país ocuparam Brasília. O Acampamento Terra Livre demarcou a capital federal num chamado urgente pelo direito à vida, contra as diversas violências que as populações originárias sofrem diariamente em seus corpos e territórios.
Marcha das Originárias da Terra. Foto: @midianinjaA força das mulheres na plenária das originárias da terra. Foto: Alass Deriva | @derivajornalismoA liderança e pré-candidata a deputada federal (PSOL/MG) Célia Xakriabá na plenária das Originárias. Foto @mre_gaviaoATL recebe Lula e assina compromisso pela desintrusão de terras indígenas. Foto: @ricardostuckertFoto: Matheus AlvesJuventude indígena, presente em Brasília. Foto: Raissa Azeredo | @raissaazeredo |@agoancestralidadeMarcha contra o garimpo. Foto: Oliver Ninja | @oliverninjaMarcha contra o garimpo. Foto: André Guajajara | @oguajajaraMarcha contra o garimpo. Foto: Oliver Ninja | @oliverninjaA ativista Yakecan Potyguara primeira plenária LGBTQIA+ na história do ATL foi incluída na programação oficial da mobilização em combate ao preconceito dentro e fora das aldeias. Foto: @midianinjaGuerreiros Pataxó e Kayapó segurando o mundo nas costas. Foto: Giulianne Martins | @giuliannemartinsATL. Foto: Kamikia Kisedje |@kamikiakisedje
O rastro de destruição na terra Yanomami Dados do mais novo relatório produzido pela Hutukara Associação Yanomami (HAY) apontam que, em 2021, o garimpo ilegal avançou 46% em comparação com 2020, ano que já havia registrado um salto de 30% em relação ao período anterior. Como se não bastasse violar e matar as mulheres e crianças Yanomami, o garimpo ilegal faz explodir o desmatamento e a contaminação dos rios. Esse é o rastro de destruição, crimes e mortes trazidos pelos garimpeiros na maior invasão em 30 anos da Terra Indígena Yanomami. Fonte: ISA